sábado, 8 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
- Sabe quando você quer uma pessoa pra você. Mas não só a pessoa, você quer entrar na pessoa. Você quer SER a pessoa. Vive junto. Observa as atitudes, gestos, falas, formas, sorrisos, olhares, cores, sabores... Tudo. Mas com o passar do tempo você percebe que não pode ser a PESSOA. Impossível ser igual a outra pessoa. Podemos no máximo nos assemelhar com alguns detalhes mais visíveis aos olhos, a tal primeira impressão e pá. Mas nunca, jamais, em momento algum teremos a mesma essência da outra pessoa. Pode até ser cópia, mas é somente isso, uma cópia, pois a original é só UMA.
E eu fico feliz em saber disso. Não serei a pessoa, pois serei o complemento dela. Alguém que irá fazer parte dessa completude eterna. Sempre renovando. Sendo renovada. Acredito, pelo menos agora, que aos poucos a gente vai se adaptando e aceitando certos modelos dos quais fugíamos. E sorrindo ao relembrar os momentos em que nos recusávamos a ser felizes apenas pra ser o oposto do MUNDO e se sentir especial por não ser mais um na multidão. Aos poucos não vou me sentindo mais um e só, me sinto uma PESSOA e acompanhada. -
Evito até comentar sobre meus sentimentos por medo de desgaste, ou repetição, ou até mesmo por medo de ser piegas.
"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." (Clarice Lispector)
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